sábado, 21 de maio de 2011

Espanha se levanta

25 mil pessoas estão acampadas na praça Puerta del Sol em Madrid, em protesto contra o sistema representativo atual da democracia, que gera corrupção, lobbistas e a crise economica mundial.

Eles pedem o fim da influencia de bancos e empresas na politica e a democracia direta, (participativa), para que o povo FINALMENTE se governe.

É uma revolta que começou com 40 pessoas acampadas inspiradas pela Primavera Árabe e em poucas semanas culminou em 25 mil em plena eleição espanhola, (onde a policia reprime qualquer manifestação.)

Mais informações em: Carta Maior
Assista a manifestação ao vivo em: Sol TV


Arriba los que lucham!!!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Mostra o que ninguém vê

Em Abril o blog 'Livrosdehumanas" foi retirado do ar pela wordpress, o blog possuia um dos maiores acervos de livros digitais de sociologia, Antropologia e Filosofia da internet, e disponibilizava donwloads gratuitos. A questão principal aqui, não é desrespeitar os direitos autorais de ninguém, o que queremos é democratizar o conhecimento, e lutar por cada espaço na internete.


Essa semana indicamos o documentário "Roube este filme II" - Se a batalha contra o compartilhamento já está perdida - e mídia não é mais um bem - Como a sociedade mudará?” Segundo filme do pessoal da Pirate Bay, trata sobre o copyright, mas de uma forma bastante filosófica. A existência humana está ligada ao ato de copiar. Todas as técnicas que juntamos nos milhares e milhares de anos, ou mesmo a linguagem, a fala, são adventos resultantes da cópia. Sem a cópia não poderíamos ser o que somos hoje. Um bebê aprende tudo através da cópia...
Mas o documentário vai além: hoje cada vez mais se produz e distribui sem “copyright”... e essas produções tendem a ser cada vez mais a regra, ameaçando o monopólio “cultural” das fonográficas e cinematográficas. O consumidor passando a ser produtor, isso é o que realmente apavora as grandes companhias.
(Sinopse original do docverdade)

Parte I do filmeAqui

Segue aqui o link de dois blogs que possuem livros para donwload gratuitos.
Coleções Nerdes
Blog letras e artes

Antropologia e direito - II ENADIR 2011

Divulgamos o II Encontro Nacional de Antropologia do Direito (ENADIR) que ocorrerá entre os dias 31 de agosto e 02 de setembro de 2011, com organização do Núcleo de Antropologia do Direito (NADIR) da Universidade de São Paulo (USP).

Para mais infiormações, ver o blogue do II ENADIR - 2011.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Estréia da coluna do NEP-UnB

Hoje inaugura a coluna do Núcleo de Estudos para a Paz e os Direitos Humanos, da Universidade de Brasília. O artigo "A tragédia da escola do Realengo", da Coordenadora do NEP Profa. Nair Heloísa Bicalho de Sousa, foi escrito no dia seguinte ao fato que deixou a todos nós consternados. Oportunidade única para a reflexão profunda e propositiva da Profa. Nair Bicalho. Aproveitem a leitura.

A TRAGÉDIA DA ESCOLA DO REALENGO : UM MOMENTO DE DOR E DE AÇÃO PROPOSITIVA

Nair Heloisa Bicalho de Sousa
Coordenadora do NEP – Núcleo de Estudos para a Paz e os Direitos Humanos/CEAM/UnB e membro do Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos

Amanhecemos ontem em luto nacional: 12 crianças e jovens assassinadas por um outro jovem, ex- aluno da Escola Municipal Tasso da Silveira no bairro de Realengo, Rio de Janeiro.O Brasil chora e lamenta a tragédia ocorrida em um momento de vigência de um governo democrático , com ampliação da participação social na esfera da proposição de políticas públicas.
Contudo, a violência tem sido um marco que permeia a vida cotidiana das classes populares, na rua, no trabalho e nas escolas.A desigualdade e exclusão social combinadas às práticas do preconceito e intolerância tem vitimizado inúmeros grupos sociais tais como afrodescendentes, mulheres, LGBT e indígenas, dentre outros.
Nossas crianças e jovens são alvo da violação de direitos em diversas situações: abuso e exploração sexual, trabalho infantil, sendo os jovens pobres vítimas de homicídios diários e da drogadição.Neste contexto social, a escola é o lugar da socialização e do aprendizado de valores humanos, da percepção do outro e da consciência social, ao mesmo tempo em que vivencia práticas  de agressividade e discriminação.Os conflitos escolares tem sido um desafio para a vida cotidiana das instituições educacionais, desde os pequenos desentendimentos interpessoais até as ameaças e mortes ocorridas nestas instituições em todo o país.
As práticas de mediação dos conflitos escolares por meio da capacitação de alunos, professores e funcionários tem contribuído para transformar a escola em um espaço de convivência através do diálogo, da participação e do afeto, instituindo práticas educativas pautadas nos direitos humanos .
Desde 1993 o Brasil possui o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos voltado para cinco áreas:  educação básica,  educação superior,  educação não-formal,  educação dos profissionais de justiça e segurança e  educação e mídia.Seus objetivos incluem a construção de uma sociedade justa, igualitária e democrática por meio da implementação da transversalidade dos direitos humanos na educação e nas políticas públicas.Seu eixo central é a afirmação de valores, atitudes e práticas sociais capazes de constituir uma cultura de direitos humanos em todos os espaços da sociedade e do Estado.
Alguns passos concretos foram dados com a criação de comitês estaduais e municipais de educação em direitos humanos, a capacitação de professores da educação básica e de lideranças  comunitárias, estando neste momento a proposta das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos no Conselho Nacional de Educação para deliberação pelos seus membros.
Essas medidas, especialmente as Diretrizes Curriculares Nacionais, pretendem contribuir para que as escolas de educação básica e as instituições de ensino superior assumam o compromisso constitucional de formar cidadãos conscientes e críticos, e também, tornar cada estudante um sujeito de direitos capaz de participar de uma sociedade livre, democrática e tolerante com as diferenças de orientação sexual, gênero, físico-individual, geracional, étnico-racial, cultural, religiosa, territorial, de opção política, de nacionalidade, dentre outras.
Esta tragédia da escola pública do Realengo não é um acontecimento cotidiano, mas um fato inusitado.Ações propositivas no sentido de formação para a cidadania são instrumentos valiosos para tornar os espaços educativos locais onde possam florescer relações sociais afetuosas, capazes de sustentar a alegria de viver um processo de aprendizagem participativo e pautado nos valores da liberdade, igualdade, justiça e solidariedade.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

I Seminário Nacional de Direitos Humanos da FENED – Direito eMovimento

Divulgamos o I Seminário Nacional de Direitos Humanos da FENED – Direito eMovimento, a se realizar em Curitiba, na UFPR, entre 20 e 22 de maio de 2011.


Os quilombolas e o estado: vídeo-reportagem sobre o quilombo de São João

Como mais um trabalho conseqüência da atuação do Ministério Público paranaense junto a comunidades tradicionais, e que já foi por mim aqui lembrada na postagem Os quilombolas e o estado: uso alternativo do Ministério Público, no Paraná, publico a reportagem de Henrique Oliveira, com imagens de Harrison Esmaniotto, sobre a Comunidade São João, comunidade de quilombolas do Paraná.


Foto de Maria José da Mota Santos trabalhando, especialmente homenageada na reportagem (arquivo do MP-PR)


domingo, 15 de maio de 2011

O canto que é soluçar de dor: a subversão epistemológica de Ana Esther Ceceña

Em um instigante artigo de 2004, fruto de uma reunião do Grupo de Trabalho Hegemonia e Emancipações (CLACSO), a economista mexicana Ana Esther Ceceña encerra sua argumentação com um exemplo eloqüente: em 1996, os rebeldes zapatistas se reúnem com representantes do governo mexicano para acordarem sobre os direitos e cultura indígenas, representando, à época, um concerto de paz. Na reunião, os governantes pedem para que os insurgentes conceituem juridicamente a “dignidade” à qual tanto se remetiam os zapatistas. Estes últimos riem e contestam: “vejam, os representantes do governo não sabem o que é dignidade e nos pedem para defini-la”.

Ana Esther Ceceña é professora da UNAM e seus estudos refletem uma das grandes preocupações dos intelectuais irredentos que não se submetem ao modo de produzir conhecimento em suas versões canônicas. Tanto assim é que seu artigo, acima referido, se intitula “Sujeitando o objeto de estudo, ou Da subversão epistemológica como emancipação”.


Muito este debate tem influído na academia contra-hegemônica brasileira (ainda que ela seja um oásis em nosso deserto acadêmico). Desde os estudos culturais pós-coloniais até o grupo de estudo latino-americano do giro (des)colonial, esta discussão vem ganhando alguma força entre nós. Talvez, para dar o exemplo do contexto jurídico, o nome de Boaventura de Sousa Santos seja o mais representativo em termos de divulgação editorial. Em um dos seus últimos escritos - “A gramática do tempo”, de 2006 -, consubstanciou a mudança de perspectiva de seu pensamento: ele que se reivindicava um teórico pós-moderno de contestação, agora se diz um pós-colonialista oposicional. No entanto, muitos são os autores que, na periferia do sistema-mundo colonial/moderno/capitalista, vêm construindo sua obra a partir dessas preocupações. Para citar apenas os latino-americanos, vale lembrar que Quijano, Mignolo e Dussel são dos mais festejados.

Ao nível de uma reflexão epistêmica, Mignolo chega a propor uma gnosiologia liminar, feita nas bordas do sistema-mundo (totalidade) e que é marcada pela experiência da colonialidade prática e simbólica.

Ceceña acaba por seguir o mesmo rumo, ainda que com preocupações de estudo bastante específicas. No artigo que me levou a esta pequena reflexão, seu problema central é a militarização do mundo, em sentido total, indo do átomo e chegando ao cosmos. A globalização e o neoliberalismo deixam, cada vez mais, cair suas máscaras econômicas, bélicas e culturais. E, entrementes, instauram uma “estratégia universal de contra-insurgência”. Quer dizer, operam um mundo de finanças, tecnologia e informação encarapitado na dissuasão da revolta, é uma hegemonia do anti-revolucionário.

A tecnologia, e seu uso dual, confirma este estado constante de contra-insurgência que é caracterizado em suas últimas conseqüências: tamanho é o “contra-reformismo” (para brincar com expressão histórico-teológica européia que nos é tanto familiar) que a sociedade (regional, nacional ou global) é vista como um “coletivo universal de suspeitos”. Todos, portanto, são potenciais inimigos e, assim, a “arte da guerra” se desdobra em eterna guerra preventiva.

Para comprová-lo, Ceceña lembra das 725 bases reconhecidamente existentes pelo mundo, segundo os próprios Estados Unidos da América Anglo-Saxã, seus “mecenas”. Mecenato bélico que encontra nas Américas, Ásias e Áfricas seus principais alvos. O mundo portanto é a nação estadunidense e, logo, a segurança nacional é a de todo o planeta e para além de ele. O Plano Colômbia, a guerra do Iraque e a exploração mineral em África (os EUAAS dependem, por exemplo, de 100% de minerais metálicos como o manganês, o índio, o nióbio, a bauxita e a alumina, para não citar os 99% de gádio, 91% de platino e assim por diante; os principais fornecedores são os países africanos e de outros continentes) são seus mais fortes índices.

De tal modo, encalacra-se nos corpos e mentes de povos e nações a impossibilidade da superação do regime mundial assim configurado. É melhor não intimidar o grande irmão que a um só tempo é o tio de todos porque, do contrário, a guerra é inevitável. E as multinacionais mais a indústria cultural estão aí para assegurá-lo.

Daí, segundo Ceceña, a necessidade da subversão epistemológica. Sem dúvida, um grande passo para compreender a insurgência a que com tanta ardência nos pomos a defender no quadro da assessoria jurídica popular, corpo mais do que prático das teorias críticas do direito. Movidos pela indignação e pela violência (negatividades) que sofrem, os povos se conhecerão – portanto, autoconscientemente, como queria o velho filósofo brasileiro Álvaro Vieira Pinto – como sujeitos rebeldes, subversivos e revolucionários em seu mundo “desdinamizado” e dinamitarão as estruturas que fragilmente o sustenta. É isto que os intelectuais irredentos, porque irritados, devem difundir, este é o seu evangelho, sua arte.

As mobilizações insurgentes se enraízam em seus territórios, e estes são complexos porque reais e simbólicos – e é Ana Esther quem no-lo diz. Congregam a sociedade como povo e aglutinam, concretamente, a força da transformação estrutural daquilo que estruturalmente pesa sobre nossas costas e faz ecoar nosso canto, que é também nosso choro:

Canto Das Três Raças (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro)
Ninguém ouviu
Um soluçar de dor
No canto do Brasil

Um lamento triste
Sempre ecoou
Desde que o índio guerreiro

Foi pro cativeiro
E de lá cantou
Negro entoou

Um canto de revolta pelos ares
No Quilombo dos Palmares
Onde se refugiou

Fora a luta dos Inconfidentes
Pela quebra das correntes
Nada adiantou

E de guerra em paz
De paz em guerra
Todo o povo dessa terra
Quando pode cantar
Canta de dor

ô, ô, ô...

E ecoa noite e dia
É ensurdecedor
Ai, mas que agonia
O canto do trabalhador

Esse canto que devia
Ser um canto de alegria
Soa apenas
Como um soluçar de dor


Conferir:

- Revista Chiapas, coordenada por Ana Esther Ceceña;
- “Militarização na América Latina”, entrevista com Ana Esther Ceceña.

Irregularidades seguem acontecendo na Vila Chocolatão em Porto Alegre

Por GAJUP- SAJU UFRGS e AGB.

Mas essa gente aí hein, como é que faz?
Dia 12 de maio, às 07:30, começou a remoção da Comunidade da Vila Chocolatão, que ocupa a área central de Porto Alegre há mais de 20 anos, para um residencial situado na Av. Protásio Alves, nº 9.099. O despacho determinando a remoção das 240 famílias que atualmente ocupam a área foi assinado pela Juíza tal na última sexta-feira dia 06. Desde cedo se avistava a opressão institucional pelo número de Policiais Federais presentes, que portavam armas de altíssimo calibre (metralhadora e 12). Durante todo o período da manhã o sentimento de ansiedade por parte da prefeitura e dos moradores era visível.

O processo de desocupação das casas teve início com a transferência dos pertences pessoais de cada morador para um caminhão que os conduziria até a Protásio. Esvaziadas as casas pelos funcionários da prefeitura e contratados, imediatamente ocorria a destruição completa da moradia por uma máquina retroescavadeira.

Enquanto o despejo avançava sobre as moradias, a população demonstrava o seu descontentamento com as ações da Prefeitura. Podia-se avistar, inclusive, frente ao muro da sua casa, os moradores Ezequiel, sua esposa Maiara e a sua filhinha Hilary, de apenas 5 meses, sendo coagidos pela Prefeitura, para que aceitassem que a sua remoção ocorresse sem a devida garantia dos seus direitos, impondo a saída da família de imediato da comunidade.

Alguns moradores que não eram contemplados por qualquer das opções sugeridas pela Prefeitura, como moradia assegurada no novo residencial, inclusão no Programa “Minha Casa, Minha Vida”, ou mesmo pelo benefício de aluguel social, eram explicitamente constrangidos e intimidados pela Prefeitura, por meio dos seus agentes, a aceitarem as condições impostas. Era estabelecida, no meio da rua, diante de muitos expectadores, verdadeira “mesa de negociação”.

Esse processo de negociação que, por parte dos assessores do GAJUP/SAJU-UFRGS, NAJUP/RS, CARU, AGB e ONG Acesso, tinha o objetivo de garantir o direto básico fundamental à moradia digna, culminou com a ocupação da casa de Ezequiel, no intuito de compelir a Prefeitura a comprometer-se com nada menos que a sua obrigação de assegurar destino a essas famílias. Cabe ressaltar que, conforme petição da Advocacia Geral da União, datada de 13 de abril de 2011 e assinada pelo Coordenador Geral Jurídico, Luiz Antonio Alcoba de Freitas, qualquer pessoa segue tendo direito a moradia se está a mais de um ano e um dia na área.

Participaram dessa negociação o Ministério Público Federal, funcionário ligados à Governança, ao DEMHAB, CONTERRA. Também marcaram presença durante a manhã o Ministério Público Estadual e a ONU.

A remoção da Vila Chocolatão foi acompanhada de perto, por inúmeros agentes, e por inúmeros ângulos, desde o ponto de vista unilateral da mídia até a própria percepção dos moradores que demonstravam insegurança e ansiedade sob o manto da opressão estatal pessoalizada nos agentes que violentamente impõe uma mudança radical e súbita de realidade sem prestar qualquer suporte ou oferecer qualquer tipo de formação. Isso tudo apenas demonstra que esse desfecho é fruto de um projeto de realocação que não visa à inclusão de fato, e que foi construído de forma vertical, arbitrária e autoritária por entidades que tinham o dever de tutelar os interesses verdadeiramente sociais. Ao contrário, porém, cumpre ressaltar que o processo que tramitou perante o judiciário federal tinha como único objetivo a mera desocupação da área para fins, no mínimo secundários, de utilização direta do próprio órgão aonde tramita o processo (TRF da 4ª região). Não impressiona portanto que a decisão da Juíza Clarides Rahmeier, que determinou o despejo de mais de 240 familias sequer mencione os direitos fundamentais previstos no ordenamento brasileiro ou em tratados internacionais.

Durante a destruição das casas, deixando grande parte dos moradores até o momento sem banho e água em casa.

A remoção continua até o dia 24 de maio.

Contatos do SAJU - 81939085/ 97289479.
Contatos da Acesso - 32285738.
Contatos da AGB - 96167195.

Ver ainda:
Presença da ONU, Elizabeth em tentativa de remoção forçada
Fotos

sábado, 14 de maio de 2011

Documentário: o cinema libertário

Aproveitando a deixa do Mostra que ninguém vê, postada pelo Phelipe Bezerra, deixo um link para o documentário sobre o cinema libertário na Espanha.

Ao dar o estopim da guerra civil espanhola, em 1936, o sindicato CNT socializou a indústria do cinema na Espanha. Em Madri e Barcelona os trabalhadores de cinema assumiram, via sindicato, os meios de produção e foram feitos numerosos filmes.

Através da opinião de diverso pesquisadores e do depoimento do restaurador e diretor de fotografia espanhol Juan Mariné, são revisadas cada uma das produções da época.

apesar da guerra, que durou de 1936 a 1938, foram produzidos e exibidos dos mais diversos temas: dramas sociais, comédias, filmes de denúncia, documentários bélicos, etc.

Veja o filme aqui( em espanhol:

Povo grego volta às ruas contra medidas do governo

A Grécia durante muito tempo foi a menina dos olhos do "mercado", para fazer parte da união européia seguiu a risca os ditames do dito "deus mercado. O resultado? Foi atingida por uma crise de proporções enormes para seu povo.
A solução para sair da crise? Arrojar salários, aumentar impostos e demitir foi a saída encontrada pelo governo, que leva o nome de socialista na estampa, solução apontada como a mais sábia pelos doutos do FMI e UE, os mesmos que ajudaram a provocar a crise financeira do país. Mas o povo grego voltou as ruas, e em dia de greve geral na quarta feira, dia 11 de maio, saíram ás ruas.
Escolas, repartições públicas, aeroportos, portos, até mesmo os jornalistas cruzaram os braços e os hospitais e médicos mantêm os serviços no mínimo . Essa foi a segunda greve do ano e a nona desde o início da crise. A resposta do governo foi mais uma vez repressão em cima da população. Um dos manifestantes foi ferido gravemente e corre risco de vida. Abaixo segue links com fotos dos protestos e da repressão:

O povo volta às ruas da Grécia, depois das manifestações de dezembro de 2010. 

Leia também:
Artigos e fotos da agência Athens indymedia.