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domingo, 18 de fevereiro de 2018

LYRA FILHO Filosofia, teologia e experiência mística

Esta semana seguimos com a atualização da biblioteca Roberto Lyra Filho. Estamos recebendo estes últimos textos do professor da Universidade de Brasília José Geraldo de Sousa Junior. Aproveitamos para agradecê-lo pela correspondência frequente conosco e por seus comentários aos textos.

Informamos que recebemos textos para nossas bibliotecas no e-mail assessoriajuridicapopular@gmail.com. Além desta que temos atualizado semanalmente, temos ainda uma dedicada a Joaquín Herrera Flores, Miguel Lanzellotti Baldez, Instituto Apoio Jurídico Popular (AJUP-RJ), Poesia crítica do direito, referências e pesquisas sobre assessoria jurídica popular.  

Acesse o texto na íntegra em:
Filosofia, teologia e experiência mística, Kriterion: revista da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, v. XXII, n. 69, jan.-dez. 1976, p. 136-145.

Comentário de José Geraldo de Sousa Junior:

"Segue o texto Filosofia, Teologia e Experiência Mística. A localização do texto já está lá na biblioteca (Revista Kriterion). Considero um dos textos mais instigantes do Lyra, retomado, em parte, em A Reconciliação de Prometeu, enquanto busca de uma autotranscedência do mundo, que não se restrinja à Teologia mas que, dialeticamente procure dar conta do mundo finito que se ultrapassa".

Acesse o conteúdo da biblioteca Roberto Lyra Filho aqui.

Roberto Lyra Filho (1926-1986)
Para conhecer mais sobre o autor acesse o verbete no Wikipedia.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Prefácio Lyra Filho em livro de Gilberto Freyre

Desta vez, compartilhamos com vocês o prefácio de Roberto Lyra Filho em um livro de Gilberto Fryre, intitulado "Como e porque sou e não sou sociólogo".


LYRA FILHO, Roberto. Prefácio. Em: FREYRE, Gilberto. Como e porque sou e não sou sociólogo. Brasília: UnB, 1968.

Comentário de José Geraldo de Sousa Junior sobre o texto:
"Mais um texto de difícil acesso para a Biblioteca Roberto Lyra Filho. Pela data verá que é um material ainda da fase pré-dialética do Lyra, todavia, como em todos os períodos de sua escrita, agudo nas observações críticas que faz".



domingo, 28 de janeiro de 2018

Biblioteca crescendo

Atualizamos com dois novos textos nossa biblioteca RobertoLyra Filho. Mais uma vez enviados por José Geraldo de Sousa Junior, um de nossos assíduos colaboradores!

Perspectivas atuais da criminologia: método, problemas, aplicações. Recife: Imprensa Oficial de Pernambuco, 1967.

Comentário de José Geraldo de Sousa Junior:
Envio, para a Biblioteca Roberto Lyra Filho, um novo texto, raro e preciso: Perspectivas Atuais da Criminologia, uma edição artesanal, de 1967. Desse livro eu publiquei o capítulo II no vol. 7 de O Direito Achado na Rua: Introdução Crítica à Justiça de Transição na América Latina. O volume 7 você encontra na WEB. O Lyra fazia especial referência aos capítulos III e IV para sinalizar o que ele denominava de uma certa antecipação, a alusão às interferências interdisciplinares para a afirmação de questões de método na análise de temas e problemas sociais (Sociologia, Direito, Criminologia). Penso que é um registro importante oferecer essa edição completa de uma obra hoje praticamente inacessível, antecipadora embora de notável atualidade”.

Esta versão digitalizada pertenceu ao professor da UnB Sebastião Machado Filho, que nos deixou ontem. Foi desembargador do TRT da 10a região e um "desdobrador" da obra de Lyra Filho na universidade. Neste exemplar é possível ler com a letra de Lyra Filho sua dedicatória ao professor Sebastião.

 O Cancioneiro dos sete mares. Humanidades, nov.-jan. 1986/1987, p. 43-50.
(Outra versão: O cancioneiro dos sete mares (sob o pseudônimo de DELAMARE, Noel). Em: ROCHA, Daniel da Silva; ZAGURY, Eliane; CAMPOS, Geir; CUNHA, Helena Parente; IVO, Ledo; DELAMARE, Noel; RÓNAI, Paulo; SCOTT-BUCCLEUCH, Roberto Lascelles. A tradução da grande obra literária (depoimentos). São Paulo: Álamo, 1982, p. 80-101).

Este segundo texto foi assinado com seu codinome, Noel Delamare, em que aborda a tradução de poesia.

Boa leitura!

Luiz Otávio Ribas

Banca de defesa de dissertação de mestrado de José Geraldo de Sousa Junior, Para uma crítica da Eficácia do Direito, 1981, anexo da Biblioteca Central da UnB. Membros da banca: Luis de Carvalho Bicalho, Fernando Correa Dias, Bento Bugarin e Roberto Lyra Filho (orientador). Fonte: Blogue Diálogos Lyrianos

domingo, 5 de maio de 2013

Atualização com textos de Lyra Filho

Comunicamos a atualização de nossa biblioteca Roberto Lyra Filho, com seis textos enviados por Otávio Constantino.

Agradecemos ao amigo e esperamos mais contribuições para completarmos nossa biblioteca!


Lyra Filho, Roberto, "Marx e o direito", In: Educação & Sociedade, v. 6, n. 18, p. 97-115, ago. 1984.

Lyra Filho, Roberto. "Acriminologia Dialética em ação", In: Notícia do Direito Brasileiro, p. 193-198 1971.

Lyra Filho, Roberto, "Problemas atuais do ensino jurídico", Brasília: Obreira, 1981.

Lyra Filho, Roberto. "Introdução ao Direito como ciência social", In: Revista brasileira de filosofia, v. 23, n. 90,abr./jun. 1973, p. 180-185.

Lyra Filho, Roberto. "Criminalidade e Sociedade", In: Revista do Conselho Penitenciário do Distrito Federal (1963), v. 2, n. 6, p. 26-43, jan./mar. 1965.

Lyra Filho, Roberto, "Para uma Visão Dialética do Direito", In: Sociologia e direito: textos básicos para a disciplina de sociologia jurídica / org. Cláudio Souto e Joaquim Falcão, 2.ed. atual, São Paulo: Pioneira, 1999.



terça-feira, 5 de março de 2013

SOBRE A AJUP ROBERTO LYRA FILHO

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Depois de muito tempo sem escrever neste blogue, retorno trazendo o relato das atividades que estamos desenvolvendo aqui no Planalto Central, a partir da Assessoria Jurídica Universitária Popular (AJUP) Roberto Lyra Filho.

Nossa AJUP pode ser considerada uma feliz convergência, começando por seu nome, que congrega a sigla da experiência de Pressburguer e Baldez no RJ (AJUP) com o nome daquele que é talvez a maior referência do pensamento jurídico crítico no Brasil, Roberto Lyra Filho, prata da casa, da Universidade de Brasília (UnB).

A AJUP é também a convergência de um grupo de advoga@s populares que, desde o final de 2011, passou a se organizar para atuar voluntária e coletivamente na defesa jurídica de movimentos sociais no Distrito Federal. Tudo começou com o apoio ao acampamento Gildo Rocha, do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), passou pelo acampamento 8 de Março do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), e também acompanhou casos de despejos na Cidade Estrutural (região administrativa que cresceu em torno do Lixão de Brasília) e a luta dos índios Fulniô-Tapuya contra a destruição do seu Santuário dos Pajés pelo capital imobiliário, em virtude da construção do chamado “Setor Noroeste”.

No início as dificuldades foram imensas, tendo em vista por vezes a nossa inexperiência, mas especialmente a falta de organização. Com o tempo, foi possível estreitar contatos e atuar de forma preventiva, antecipando conflitos que se avizinhavam. No entanto, a falta de um apoio institucional e a falta de contato com os estudantes da UnB gerava dúvidas sobre a continuidade dos trabalhos. Outro problema identificado era que a atuação se restringia à advocacia popular, sem congregar atividades de educação popular, e que ainda por cima assumia muitas vezes uma perspectiva imediatista, “apagando os incêndios” dos conflitos cotidianos.

Felizmente, foi posível congregar um grupo de estudantes da Faculdade de Direito da UnB e de outros cursos jurídicos de Brasília, e, com o apoio do professor José Geraldo de Sousa Júnior, coordenador da AJUP, foi possível a sua formalização no Decanato de Extensão da UnB como Projeto de Extensão de Ação Contínua (PEAC). Com isso foi possível obter apoios na forma de bolsas e fomentos, impulsionados ainda pelo apoio do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), no qual o projeto possui atualmente um espaço para sua organização.

A assessoria jurídica popular era até então relativamente desconhecida na FD-UnB, cuja trajetória é forte na construção de projetos de extensão que atuam na educação popular em direitos humanos, sempre sob a perspectiva do Direito Achado na Rua, mas sem maior experiência no campo da advocacia popular (a maior experiência nesse sentido havia ocorrido no caso da Vila Telebrasília, no início dos anos 1990). A AJUP veio portanto para se somar às iniciativas de extensão popular, com o diferencial de buscar articular 3 eixos de atuação: (i) advocacia popular; (ii) educação popular; e (iii) fortalecimento político dos movimentos populares.

A advocacia popular é entendida não apenas como a atuação jurídica perante o Poder Judiciário, mas também como assessoria técnica aos movimentos populares nas negociações que ocorrem cotidianamente com o Poder Executivo, no acompanhamento de projetos de lei em tramitação no Poder Legislativo, na promoção de debates com outros agentes do sistema de justiça (Defensoria Pública, Ministério Público etc), e muitas outras atividades que surgem no cotidiano da atuação.

Já a educação popular é vista como o meio para a construção do diálogo com o movimento popular, desde as lideranças até as suas bases, buscando socializar as informações geralmente “codificadas” pela linguagem jurídica e por todos os seus aspectos técnicos. Trata-se de um trabalho de tradução, além de uma atividade de pesquisa-ação, já que, na interação com a comunidade, é possível extrair, junto com ela, os principais problemas enfrentados no cotidiano da luta política e social.

O fortalecimento dos movimentos populares é promovido pelas atividades de advocacia e de educação popular, compreendendo que o papel d@ assessor@ jurídic@ popular não é o de liderar ou organizar @s trabalhador@s, mas contribuir para processos autônomos de organização popular, fortalecendo os movimentos já organizados, inclusive com a inserção de novas pessoas e de novas comunidades nessas organizações. Não há, portanto, uma dicotomia entre atuação na comunidade e atuação no movimento social, mas uma necessária articulação entre ambos os aspectos.

Talvez um dos maiores desafios enfrentados atualmente pela AJUP seja a construção de um equilíbrio dialético entre seus 3 pilares, já que não há na verdade uma separação estanque entre eles. Na prática, foi possível compreender o quão pedagógica pode ser uma luta política, motivo pelo qual a atividade de advocacia popular, quando impulsiona essa luta, pode ser considerada também uma atividade pedagógica (exemplo disso pode ser encontrado no video abaixo). Por outro lado, a advocacia permite a construção de laços de confiança com os movimentos populares, tornando os contatos e as atividades de educação popular mais propícias ao debate franco entre trabalhador@s e integrantes do projeto.


Atualmente, a AJUP está organizada em 3 frentes de atuação. Uma frente atua com o MTST; outra com os movimentos que compõem a Via Campesina; e a terceira com @s catador@s de materiais recicláveis da Cidade Estrutural e também com o Movimento Popular por uma Ceilândia Melhor (MOPOCEM). Não há portanto uma organização interna do projeto com base nos chamados “ramos jurídicos”, mas sim a partir dos movimentos sociais concretos com os quais o grupo se propôs a atuar. Assim, @s integrantes de cada frente buscam construir relações orgânicas de confiança com as organizações populares, propondo-se a assessorá-las nos temas considerados problemáticos e sobre os quais a AJUP pode dar contribuições efetivas.

O fato de ter em todas as frentes a congregação de advogad@s e estudantes, não apenas do Direito mas de diversos outros cursos (Psicologia, Comunicação Social, Ciência Política etc), faz com que a AJUP tenha uma atuação diferenciada. Não seria exagero dizer que o projeto é pioneiro nesse sentido, considerando o modo de atuação dos demais projetos e programas de AJP atualmente existentes no país, pois supera na prática a velha dicotomia entre "assessoria X assistência". Não à toa, em menos de 5 meses de criação, a AJUP já havia se tornado uma importante referência junto aos movimentos populares do DF.

Os desafios colocados para a AJUP hoje são inúmeros e imensos. Construir novos estatutos jurídicos de forma democrática e dialogada com @s catador@s de material reciclável, enfrentando o interesse de atravessadores locais e das grandes empresas do setor; pressionar junto com o movimento sem-teto o Poder Legislativo distrital pela aprovação de projeto de lei que impulsione a construção de moradias populares; pressionar o Poder Executivo distrital e federal a destravar a reforma agrária junto com a Via Campesina; ampliar o número de estudantes, sobretudo de outros cursos, nas frentes do projeto; construir novas frentes de atuação que dêem conta de outras demandas atualmente não contempladas (como nas áreas de saúde, educação, transporte, trabalho etc); construir uma política de comunicação interna no projeto e de divulgação mais efetiva aos eventuais interessados...

Essas são apenas algumas das tarefas e dos desafios colocados para o próximo período, que devem estar necessariamente vinculados à atividade de pesquisa-ação, para a qual a construção do Instituto de Pesquisa,Direitos e Movimentos Sociais (IPDMS) poderá prestar uma contribuição fundamental.

Estivesse vivo hoje, Roberto certamente estaria feliz e empolgado com o futuro da AJUP que leva seu nome. Vida longa à AJUP Roberto Lyra Filho!

Para saber mais:

terça-feira, 24 de julho de 2012

Nova seção biblioteca Roberto Lyra Filho


Conheça a biblioteca Roberto Lyra Filho!

Depois de muito trabalho reunindo todas as publicações, escaneando os textos, finalmente terminamos!

Queremos agradecer muito a Diana Melo Pereira, Diego Diehl, Humberto Goés, Luiz Otávio Ribas, Marcel Soares, Paulo César Di Linharez, Ricardo Prestes Pazello, Tchenna Maso, e muit@s outr@s que colaboraram!

Este é um trabalho conjunto d@s coletivo de comunicador@s do blogue da Assessoria Jurídica Popular e colaborador@s.

Queremos agradecer ainda à Dimitri Graco Lages Machado e Lívia Gimenes Dias da Fonseca, que enviaram textos após a divulgação em 24 de julho de 2012.

A obra completa de Roberto Lyra Filho nunca tinha sido reunida. Este é um esforço para divulgar os textos que estão esgotados e de difícil acesso (com exceção do "O que é Direito" da Editora Brasiliense). Queremos a reedição impressa de todos os textos. Mas hoje isto não é possível por problemas envolvendo os direitos autorais com o herdeiro. Esta compilação de textos publicados em versão digital tem finalidade científica, de divulgação da obra, de registro histórico, sem fins lucrativos.

Ajude a completar nossa biblioteca virtual enviando seu texto para assessoriajuridicapopular@gmail.com

Leia também:

Amauta T. de D. da Insurreição e Claraz Dudas


Betinho Goés

Diana Melo

Ricardo Prestes Pazello


domingo, 1 de julho de 2012

Biblioteca Roberto Lyra Filho


Lista de textos de Roberto Lyra Filho

1 - Livros publicados

Esquemas de Direito Processual Penal: Introdução. Rio de Janeiro: (s.n.), 1961.

Perspectivas atuais da criminologia: método, problemas, aplicações. Recife: Imprensa Oficial de Pernambuco, 1967.

A concepção do mundo na obra de Castro Alves. Rio de Janeiro: Borsoi, 1972.

Criminologia Dialética. Rio de Janeiro: Borsoi, 1972. Parte 1 - Parte 2
(Outra versão: A criminologia dialética. Brasília: Ministério da Justiça, 1997).

Compêndio de direito penal: parte geral (em co-autoria com CERNICCHIARO, Luiz Vicente). São Paulo: José Bushatsky Editor, 1972.

A Filosofia jurídica nos Estados Unidos da América: revisão crítica. Porto Alegre: Safe, 1977. 

O Direito que se ensina errado. Brasília: CADIR UnB, 1980.

Para um Direito sem Dogmas. Porto Alegre: Safe, 1980.

Problemas atuais do ensino jurídico. Brasília: Obreira, 1981.

Razões de defesa do Direito. Brasília: Obreira, 1981.

Direito do capital e direito do trabalho. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor; Instituto dos Advogados do RS, 1982.

O que é Direito. São Paulo: Brasiliense, 1982.

Karl, meu amigo: diálogo com Marx sobre o Direito. Porto Alegre: Safe; IAB-RS, 1983.

Pesquisa em que Direito. Brasília: NAIR, 1984. 

Por que estudar direito hoje. Brasília: NAIR, 1984.


ARAUJO LYRA, Doreodó (Org.) Desordem e processo: estudos sobre Direito em homenagem a Roberto Lyra Filho. Porto Alegre: Safe, 1986.


2 - Artigos publicados

Criminalidade e Sociedade, Revista do Conselho Penitenciário do Distrito Federal (1963), v. 2, n. 6, p. 26-43, jan./mar. 1965.

Panorama atual da criminologia, Revista Brasileira de Criminologia e Direito Penal, n. 15, out.-dez. 1966, p. 37-52. 

LYRA FILHO, Roberto. Prefácio. Em: FREYRE, Gilberto. Como e porque sou e não sou sociólogo. Brasília: UnB, 1968.


En torno a la criminologia,  Revista de Ciências Penales, n. 1, Santiago, 1969, p. 01-45.

A criminologia Dialética em ação, Notícia do Direito Brasileiro, p. 193-198, 1971.

Introdução ao Direito como ciência social, Revista brasileira de filosofia, v. 23, n. 90,abr./jun. 1973, p. 180-185.

A criminogênese à luz da criminologia dialética. p. 29-49. (Outra versão em: REZEK, José Francisco (coord.). Estudos de direito público em homenagem a Aliomar Baleeiro. Brasília: UnB, 1976, p. 327-351).

Filosofia, teologia e experiência mística, Kriterion: revista da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, v. XXII, n. 69, jan.-dez. 1976, p. 136-145.

Carta aberta a um jovem criminólogo: teoria, práxis e táticas atuais. Revista Direito Penal, n. 28, Rio de Janeiro, 1979, p. 5-23.
(Outra versão: Carta aberta a um jovem criminólogo: teoria, prática e táticas atuais. Rio de Janeiro: Achiamé; Socii, 1982)

A criminologia radical, Revista Direito Penal, n. 31, Rio de Janeiro, 1982, p. 54-74.

A Nova Escola Jurídica Brasileira, Revista Direito e Avesso, n. 1, Brasília, 1982, p. 13-18.

Filosofia geral e filosofia jurídica, em perspectiva dialética. Em: PALÁCIO, Carlos (coord.). Cristianismo e história. São Paulo: Loyola, 1982, p. 147-169. 

Introdução ao Direito, Revista Direito e Avesso, n. 2, Brasília, 1982, p. 39-48.

Normas jurídicas e outras normas sociais, Revista Direito e Avesso, n. 1, Brasília, 1982, p. 49-60.
(Outra versão: Normas jurídicas e outras normas sociais. Direito e lei. Em: SOUSA JUNIOR, José Geraldo de (org.). Introdução crítica ao direito. Brasília: UnB, 1988, p. 22-27, v. 1, p. 51-56)

Humanismo dialético (I). Em: Direito e avesso: boletim da Nova Escola Jurídica Brasileira. Brasília: Nair, ano II, n. 3, 1983, p. 15-103.

Marx e o direito, Educação & Sociedade, v. 6, n. 18, p. 97-115, ago. 1984.

Prefácio. Em: SOUSA JUNIOR, José Geraldo de. Para uma crítica da eficácia do direito: anomia e outros aspectos fundamentais. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor, 1984, p. 11-16.

Problemas abiertos en la filosofía delDerecho. Doxa, n. 01, 1984, p. 151-158.

Desordem e processo: um posfácio explicativo. Em: ARAUJO LYRA, Doreodó (Org.) Desordem e processo: estudos sobre Direito em homenagem a Roberto Lyra Filho. Porto Alegre: Safe, 1986. p. 263-333.

Direito e lei. Em: SOUSA JUNIOR, José Geraldo de (org.). Introdução crítica ao direito. Brasília: UnB, 1988, p. 22-27, v. 1, p. 31-33.

Por que estudar direito, hoje?. Em: SOUSA JUNIOR, José Geraldo de (org.). Introdução crítica ao direito. Brasília: UnB, 1988, p. 22-27, v. 1.

A reconciliação de Prometeu, Revista Humanidades, n. 20, Brasília, 1989, p. 10-20.

Prefácio. Em: MARQUES NETO, Agostinho Ramalho. Introdução ao estudo do direito: conceito, objeto, método. Rio de Janeiro: Forense, 1990, p. XV-XVIII.

Direito do capital e direito do trabalho. Em: SOUSA JUNIOR, José Geraldo de; AGUIAR, Roberto A. R. de (orgs.). Introdução crítica ao direito do trabalho. Brasília: UnB, vol. 2, 1993, p. 62-76.

Para uma visão dialética do Direito, In: SOUTO, Cláudio; FALCÃO, Joaquim (Org.). Sociologia e direito: textos básicos para a disciplina de sociologia jurídica. 2.ed. atual, São Paulo: Pioneira, 1999.

A Nova Escola Jurídica brasileira, Revista Notícia do Direito brasileiro, n. 7, Brasília, 2000, p. 497-507.
(Outra versão: A nova filosofia jurídica. Em: SOUSA JUNIOR, José Geraldo de; MOLINA, Mônica Castagna; TOURINHO NETO, Fernando da Costa (orgs.). Introdução crítica ao direito agrário. Brasília: UnB; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, vol. 3, 2002, p. 89-94).

Filosofia jurídica: pequena bibliografia em perspectiva contemporânea (1976). Revista Notícia do Direito Brasileiro, n. 9, UnB, Brasília, 2002, p. 381-403.

A ciência do Direito, Revista Notícia do Direito brasileiro, n. 11, Brasília, 2005, p. 269-288.

Drogas e criminalidade. Em: SOUSA JUNIOR, José Geraldo de; COSTA, Alexandre Bernardino da; DELDUQUE, Marai Célia; OLIVEIRA, Mariana Siqueira de Carvalho; DALLARI, Sueli Gandolfi (orgs.). Introdução crítica ao direito à saúde. Brasília: UnB, vol. 4, 2009, p. 153-167.


3 - Codinome Noel Delamare

Tradução (sob o pseudônimo de DELAMARE, Noel) de PONTIERO, Giovanni (org.). Carlos Nejar: poeta e pensador. Porto Alegre: SMEC, Divisão de Cultura, 1983.

Da cama ao comício: poemas bissextos. Brasília: Nair, 1984.

O cancioneiro dos sete mares. Humanidades, nov.-jan. 1986/1987, p. 43-50.
(Outra versão: O cancioneiro dos sete mares (sob o pseudônimo de DELAMARE, Noel). Em: ROCHA, Daniel da Silva; ZAGURY, Eliane; CAMPOS, Geir; CUNHA, Helena Parente; IVO, Ledo; DELAMARE, Noel; RÓNAI, Paulo; SCOTT-BUCCLEUCH, Roberto Lascelles. A tradução da grande obra literária (depoimentos). São Paulo: Álamo, 1982, p. 80-101).

Apresentação (sob o pseudônimo de DELAMARE, Noel). Em: SHAKESPEARE, William. Sonetos do amor que ousou dizer seu nome. Tradução de Noel Delamare (Roberto Lyra Filho). Edição bilíngüe. São Paulo: Experimento, 1993, p. 9-21.
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Tradução de SHAKESPEARE, William. Sonetos do amor que ousou dizer seu nome. Tradução de Noel Delamare (Roberto Lyra Filho). Edição bilíngüe. São Paulo: Experimento, 1993.


Observação
A obra completa de Roberto Lyra Filho nunca tinha sido reunida. Este é um esforço para divulgar os textos que estão esgotados e de difícil acesso (com exceção do "O que é Direito" da Editora Brasiliense). Queremos a reedição impressa de todos os textos. Mas hoje isto não é possível por problemas envolvendo os direitos autorais com o herdeiro. Esta compilação de textos publicados em versão digital tem finalidade científica, de divulgação da obra, de registro histórico, sem fins lucrativos.

Ajude a completar nossa biblioteca virtual enviando seu texto para assessoriajuridicapopular@gmail.com

Queremos agradecer a Diana Melo Pereira, Diego Diehl, Humberto Goés, Luiz Otávio Ribas, Marcel Soares, Paulo César Di Linharez, Ricardo Prestes Pazello, Tchenna Maso.

Agradecemos especialmente a Domingos da Silveira, Dimitri Graco Lages Machado, Lívia Gimenes Dias da Fonseca, Andros Almeida e Otávio Constantino.
Agradecemos ainda a Alexandre Bernardino Costa, Rodrigo Mesquita, César Augusto Baldi e Salo de Carvalho.
Agradecemos muito ainda à José Geraldo de Sousa Junior.